” Nada beneficiará tanto a saúde humana e aumentará as chances de sobrevivência da vida na Terra quanto a evolução para uma dieta vegetariana. A ordem de vida vegetariana, por seus efeitos físicos, influenciará o temperamento dos homens de tal maneira que melhorará em muito o destino da humanidade.”
– Albert Einstein
Biscoitos de Gengibre e Especiarias
Esta receita foi adaptada de outra do mesmo blog do pão. só que nesta alterei algumas coisas e correu bem :)
Ingredientes
100g de Farinha de espelta
1 colher ( chá) de fermento em pó
1/2 colher (chá) de bicarbonato de sódio
1/2 colher (chá) de canela em pó
1/2 colher ( chá) de gengibre em pó
1/2 colher (café) de noz moscada moída
1/2 colher ( café) mal cheia de cravinho em pó
Raspa de um limão
50 ml de leite de coco ( podem adicionar margarina, assim era na receita original )
2 colheres de sopa de mel ( na receita original aconselham adicionar geleia de arroz, como não tinha substituí por mel )
A receita original adiciona 50g de açúcar, eu não acrescentei pois o mel foi suficiente para o meu gosto.
PS: Deixo estas informações caso queiram seguir a receita original.
Preparação :
Juntar todos os secos ( farinha, fermento, bicarbonato, raspa de limão e as especiarias. Misturar bem e adicionar o óleo e o mel.
Amassar, formar pequenas bolas e levar ao forno a 180º até estarem cozinhados. Os meus levaram cerca de 15 minutos.
A receita original aqui: https://abacateverde.blogs.sapo.pt/
Pão de Espelta e Alfarroba
Ingredientes
330ml de água morna
350g de farinha de espelta
100g de farinha de trigo integral
50g de farinha de alfarroba
1 colher (chá) de sal
1 embalagem de fermento de padeiro (seco) Compro da marca "Condi" em qualquer hipermercado ou no Celeiro... tb há no Aldi ...
Preparação:
Amornar a água a uma temperatura do nosso corpo e diluir o fermento e o sal.
Noutro recipiente juntar todos os secos e aos poucos adicionar a água com o fermento e o sal. Amassar bem. É fácil de amassar à mão não precisa "sovar" a massa muito tempo. Se tiverem máquina melhor :)
Formar o pão como desejar. Eu usei uma forma de bolo inglês, untada de margarina vegetal e polvilhada de farinha e deixar levedar por uns 40 minutos.
Após, levar ao forno a cerca de 200º até cozer. Mais ou menos uns 30 a 40 minutos depende do forno de cada um.
Esta receita foi retirada do Blog Abacate Verde, somente alterei a farinha de trigo para trigo integral. https://abacateverde.blogs.sapo.pt/
Bebida de Leite Fermentado e Queijo Creme de Kefir
Recebi Kefir de uma amiga há pouco tempo e estou a descobrir tudo em volta do mesmo para não me "cansar" de, apenas, comer/ beber o iogurte.
Para quem, como eu, está a começar a sua cultura, deixo um pouco da sua história e benefícios.
O kefir é um leite fermentado produzido a partir dos grãos de kefir, O termo deriva do turco keif que significa "bem-estar" ou "bem-viver". Nas últimas décadas, o kefir tornou-se popular em vários países da Europa Central e de lá para outros continentes. O kefir teve sua origem nas montanhas do Cáucaso. Acredita-se que os caucasianos descobriram que o leite fresco carregado em bolsas de couro poderia ocasionalmente fermentar, resultando em uma bebida efervescente. " Fonte : Kefir do Recôncavo"
_ "Em 1925, o Japão apresentava alto índice de mortalidade infantil por infecções gastrointestinais. Inconformado com isso, o Dr. Minoru Shirota iniciou seus estudos sobre lactobacilos intestinais, com o objetivo de usá-los em prol da medicina preventiva. Nesta época, a medicina preocupava-se mais com o tratamento do que com a prevenção das doenças. Praticamente inexistiam pesquisas sobre microrganismos úteis ao intestino. No ano de 1930, após anos de contínuas pesquisas, Dr. Shirota selecionou uma espécie de lactobacilos, resistentes à acidez do estômago e, que se mantendo vivos no intestino, inibiam a proliferação de bactérias intestinais nocivas, promovendo o equilíbrio da flora intestinal. Estes micro-organismos revolucionaram todos os conceitos da área de saúde e foram denominados Lactobacillus casei Shirota. Cinco anos depois, foi desenvolvido o Leite Fermentado Yakult à base de leite desnatado e fermentado com os Lactobacillus casei Shirota. Para que ele estivesse facilmente disponível para o maior número de pessoas, foi adotado o sistema de entrega domiciliar. Em 1938, Yakult foi registrado como marca. No ano de 1955 foi estabelecido o instituto de pesquisa na cidade de Quioto. Em 1963, com o objetivo de dar continuidade ao trabalho iniciado pelo Dr. Minoru Shirota, a distribuição do Leite Fermentado Yakult no Japão passou a contar com as “Yakult Ladies”. No ano seguinte, iniciam-se as atividades internacionais da Yakult, em Taiwan. Em 1966 o produto passou a ser produzido no Brasil. Desde então, a empresa tem se expandido com sucesso na Ásia, América, Europa e Oceania. Atravessou fronteiras desenvolvendo atividades adequadas às necessidades de cada país e conquistou o respeito de cada consumidor. Em 1968 o produto passou a ser vendido em potes de plástico. Nas décadas seguintes, a empresa lança inúmeros produtos, sempre mantendo Yakult como carro-chefe. Assim, o Leite Fermentado Yakult tornou-se um dos alimentos mais consumidos no século XX. Na década de 90 a marca começou sua grande e rápida expansão pelo continente europeu, ingressando primeiramente no mercado holandês em 1994. Entre 1995 e 1997 o produto foi introduzido com sucesso na Bélgica, Luxemburgo, Alemanha e Inglaterra. Em 2000 foi a vez do mercado francês receber o produto.
Para quem, como eu, está a começar a sua cultura, deixo um pouco da sua história e benefícios.
O kefir é um leite fermentado produzido a partir dos grãos de kefir, O termo deriva do turco keif que significa "bem-estar" ou "bem-viver". Nas últimas décadas, o kefir tornou-se popular em vários países da Europa Central e de lá para outros continentes. O kefir teve sua origem nas montanhas do Cáucaso. Acredita-se que os caucasianos descobriram que o leite fresco carregado em bolsas de couro poderia ocasionalmente fermentar, resultando em uma bebida efervescente. " Fonte : Kefir do Recôncavo"
_ "Em 1925, o Japão apresentava alto índice de mortalidade infantil por infecções gastrointestinais. Inconformado com isso, o Dr. Minoru Shirota iniciou seus estudos sobre lactobacilos intestinais, com o objetivo de usá-los em prol da medicina preventiva. Nesta época, a medicina preocupava-se mais com o tratamento do que com a prevenção das doenças. Praticamente inexistiam pesquisas sobre microrganismos úteis ao intestino. No ano de 1930, após anos de contínuas pesquisas, Dr. Shirota selecionou uma espécie de lactobacilos, resistentes à acidez do estômago e, que se mantendo vivos no intestino, inibiam a proliferação de bactérias intestinais nocivas, promovendo o equilíbrio da flora intestinal. Estes micro-organismos revolucionaram todos os conceitos da área de saúde e foram denominados Lactobacillus casei Shirota. Cinco anos depois, foi desenvolvido o Leite Fermentado Yakult à base de leite desnatado e fermentado com os Lactobacillus casei Shirota. Para que ele estivesse facilmente disponível para o maior número de pessoas, foi adotado o sistema de entrega domiciliar. Em 1938, Yakult foi registrado como marca. No ano de 1955 foi estabelecido o instituto de pesquisa na cidade de Quioto. Em 1963, com o objetivo de dar continuidade ao trabalho iniciado pelo Dr. Minoru Shirota, a distribuição do Leite Fermentado Yakult no Japão passou a contar com as “Yakult Ladies”. No ano seguinte, iniciam-se as atividades internacionais da Yakult, em Taiwan. Em 1966 o produto passou a ser produzido no Brasil. Desde então, a empresa tem se expandido com sucesso na Ásia, América, Europa e Oceania. Atravessou fronteiras desenvolvendo atividades adequadas às necessidades de cada país e conquistou o respeito de cada consumidor. Em 1968 o produto passou a ser vendido em potes de plástico. Nas décadas seguintes, a empresa lança inúmeros produtos, sempre mantendo Yakult como carro-chefe. Assim, o Leite Fermentado Yakult tornou-se um dos alimentos mais consumidos no século XX. Na década de 90 a marca começou sua grande e rápida expansão pelo continente europeu, ingressando primeiramente no mercado holandês em 1994. Entre 1995 e 1997 o produto foi introduzido com sucesso na Bélgica, Luxemburgo, Alemanha e Inglaterra. Em 2000 foi a vez do mercado francês receber o produto.
Atualmente a marca está presente em 33 países como Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Belize, Brasil, Brunei, Canadá, China, Cingapura, Coreia do Sul, Espanha, Estados Unidos, Filipinas, França, Hong Kong, Índia, Indonésia, Itália, Japão, Luxemburgo, Malásia, Malta, México, Nova Zelândia, Países Baixos, Reino Unido, República da Irlanda, Suíça,Tailândia, Taiwan, Uruguai e Vietnã, sendo consumida por mais de 30 milhões de pessoas. _ Fonte Wikipédia
Ontem separei o soro do iogurte e com a parte cremosa fiz queijo creme e com o soro fiz bebida fermentada" Yakult caseiro " Gostei muito. Aqui fica a partilha.
Bebida Fermentada
Ingredientes:
Sumo de uma laranja
250 ml de soro de kefir
125 ml de iogurte de kefir ( tal sai após a fermentação nos grãos de kefir, ou seja sem ter sido retirado o soro )
Uma vagem de baunilha, ( abrir a vagem e raspar as sementes e é essa parte que se adiciona, as "cascas" eu aproveito e depois adiciono ao Yakult já feito e que não é consumido de imediato ou mesmo ao iogurte que acaba assim por ficar com um leve sabor a baunilha , ou uma colher ( sobremesa) de extracto de baunilha.
Açúcar a gosto.
Preparação:
Juntar tudo num copo liquidificador e bater. Também se pode juntar num jarro ou frasco e bater com uma vara de arames ou com a varinha mágica... é apenas para misturar bem.
Está pronto a consumir. Esta bebida dura três dias no frigorífico, num recipiente de vidro bem fechado. Aconselha-se a consumir um copo de 250ml por dia.
Queijo Creme de Kefir
Ingredientes
Iogurte de kefir ( ao qual se retirou o soro )
Sal
Pimenta
Azeite
Oregãos
Preparação
Após deixar o iogurte a escorrer o soro, por 12 horas ou mais, temperar com sal e pimenta a gosto, um fio de azeite e umas folhinhas de oregãos secos ou frescos. ( utilizei secos, apesar de ter frescos, achei que ficaria melhor...) Mexer bem e acondicionar num frasco de vidro.
Depois é só consumir como desejar. Com tostas, bolachas, pão... ou colocar em saladas etc...
Eu experimentei com estas bolachas que se vê na foto e com uma fatia de pão torrado e gostei muito.
Dura cerca de seis a oito dias no frigorífico.
Dura cerca de seis a oito dias no frigorífico.
Noutra postagem irei deixar o modo de cuidar do Kefir de leite, pois o meu é de leite. Apesar da minha intolerância à lactose, não sinto qualquer desconforto, isto porque o Kefir se alimenta de lactose, e como tal quando é consumido já tem pouca ou nenhuma quantidade dessa proteína. Ainda no fim de semana passado, bebi leite ao pequeno almoço, num hotel que não tinha opções de leites vegetais e passei mesmo muito mal. Contudo, consumo Kefir todos os dias há cerca de um mês e não senti nenhum desconforto.
Bolo de iogurte de Kefir
Ingredientes.
2 Ovos
2 Chávenas de farinha ( usei uma de farinha de trigo integral e outra de farinha de arroz, mas podem usar as duas de farinha de trigo normal, fica até mais fofo e alto)
1 Chávena de Açúcar ( usei mascarado, podem usar o da vossa preferência )
1/2 de Óleo ( usei óleo de coco, tb aqui podem usar o da vossa preferência)
200 ml de Iogurte de Kefir, ( tal sai após 12 horas de fermentação)
1 colher de( sobremesa) de fermento em pó.
Raspa de um limão
Preparação:
Bater os ovos com o óleo e o açúcar. Juntar o iogurte de Kefir e bater novamente. Aos poucos juntar a farinha e o fermento e por fim a raspa de limão.
Levar ao forno em forma untada.
Esta receita pode ser enriquecida de sabor, juntando, chocolate ou cacau em pó, gengibre em pó, canela, raspa de laranja... frutos secos...
2 Ovos
2 Chávenas de farinha ( usei uma de farinha de trigo integral e outra de farinha de arroz, mas podem usar as duas de farinha de trigo normal, fica até mais fofo e alto)
1 Chávena de Açúcar ( usei mascarado, podem usar o da vossa preferência )
1/2 de Óleo ( usei óleo de coco, tb aqui podem usar o da vossa preferência)
200 ml de Iogurte de Kefir, ( tal sai após 12 horas de fermentação)
1 colher de( sobremesa) de fermento em pó.
Raspa de um limão
Preparação:
Bater os ovos com o óleo e o açúcar. Juntar o iogurte de Kefir e bater novamente. Aos poucos juntar a farinha e o fermento e por fim a raspa de limão.
Levar ao forno em forma untada.
Esta receita pode ser enriquecida de sabor, juntando, chocolate ou cacau em pó, gengibre em pó, canela, raspa de laranja... frutos secos...
"Esparguete"de Courgete com Pesto
Ingredientes
1 courgete
1 embalagem de cogumelos portobello ou outros...
1 dente de alho
Azeite
2 folhas de louro
3 vagens de cardamono ( só as sementes )
Oregãos frescos
Sal
Pimenta
Gengibre fresco ralado
Num Wok ou num tacho, leve ao lume o azeite com o louro e os dentes de alho picados.
Após alourar ligeiramente, junte os cogumelos cortados e salteie-os mexendo sempre ( eu não gosto de os saltear muito tempo para não ficarem emborrachados, por isso deixo-os uns três a cinco minutos, escorro um pouco da água que descarto... ) de seguida, adicione a courgete, deixar saltear também por uns cinco minutos, ou até menos e entre esse tempo vá mexendo e adicionado os temperos. O Gengibre ralado, o sal, a pimenta e as sementes do cardamono.
Rectificar os temperos retirar do lume.
Servir com o molho Pesto.
Molho Pesto
Ingredientes
1/2 chávena de pinhão ou caju ( desta vez utilizei caju é bastante mais barato e fica igualmente bem )
2 dentes de alho
Um bom molho de folhas de mangericão ( utilizei um vaso inteiro dos que se compram nos supermercados )
1/2 chávena de azeite
3 colheres ( sopa ) de queijo parmesão ralado
Preparação
Juntar todos os ingredientes ( menos o queijo ) no liquidificador ou processador e triturar bem. Após os ingredientes bem ligados, juntar o queijo ralado e triturar mais um pouco. Está pronto !
Eu faço o molho assim ( ensinado por um italiano ) mas quem desejar o molho menos denso, pode juntar um pouco de água quente ao bater, até obter a consistência desejada.
Dica _ O molho que sobrar, pode ser conservado no frigorífico num frasco de vidro bem fechado. No fim de o guardarem, reguem com um fio de azeite e fechem bem o frasco.
Serve para temperar saladas, massas e até arroz. Tb gosto de o comer com tostas :D
Este "esparguete de legumes " já o conseguem comprar nos supermercados. Eu tenho o espiralizador de legumes e faço em casa e deixo-vos uma dica !
Para quem desejar fazer este tipo de receitas diversas vezes, compensa bastante comprar o aparelho, pois já os há a um preço bem acessível, não foi o caso do meu que ainda nem havia em Portugal quando a minha filha mo ofereceu.
Bom apetite !
Barras de coco e oleaginosas
Ingredientes
1 chávena de coco ralado
1 chávena de farinha de quinoa
2 chávenas de flocos de aveia
1/4 de chávena de manteiga de amendoim
1/4 de chávena de mel
1/4 de chávena de óleo de coco
1 chávena de frutos secos à escolha.
Levar a manteiga , o óleo e o mel ao lume até derreter. Juntar a farinha, os flocos e o coco, mexendo sempre e deixar cozinhar por uns cinco a dez minutos, adicionar os frutos secos triturados e mexer bem até que a massa fique homogénea.
Forrar um recipiente com papel vegetal e despejar esta mistura, pressionando bem para que fique bem compacta.
Levar ao frigorífico por umas 6 / 8 horas e cortar aos pedaços.
É normal se se soltarem pedacinhos de frutos ou da aveia, afinal estamos a fazer barrrinhas artesanais :)
Estão prontas para levar para o lanche ou comer como um snak na hora que a fome aperta :)
Bom proveito.
Óleo de coco feito em casa
Há dias que cozinhar é para mim uma terapia então nesses dias invento o que fazer rsss
Fiz óleo de coco...
...
que , segundo opinião de vários especialistas em nutrição e alguns cardiologistas, consideram ser a melhor gordura para cozinhar, dado que aceita altas temperaturas ... outra gordura muito boa é o azeite, contudo não deve ser sujeito a altas temperaturas.
Isto é o que eu leio nas minhas pesquisas, pois eu sou uma simples comensal totalmente leiga !!
Sabemos o quão está caro este óleo, então... porque não fazê-lo em casa , se nem é assim tão complicado ?
Aqui vos deixo o modo de como processo o meu. Mas para quem desejar fazer , aconselho que façam pesquisa de video no youtube, pois foi assim que eu aprendi.
Creio que apenas com fotografias e palavras não ficará tão bem explicado, contudo aqui fica a partilha.
Comprei dois cocos que me custaram 1.70€ e com os mesmos, além desta porção de óleo, que não é muita, ( 100g ) mas sendo um óleo 100% natural não convém fazer uma grande quantidade para não correr o risco de ficar rançoso.
Com o resíduo, fiz também um bolo, umas panquecas, barrinhas de cereais, usei em iogurtes, cereais e ainda congelei o restante que irei acrescentar aos batidos de fruta. Rendeu bem não ?
Como o preparo.
1ª _ Tirar a agua do coco e parti-lo. Aqui conto com a ajuda do marininho... Mas há uma forma bem simples de o fazer. Podem levar o coco à chama, até ficar meio "chamuscado " depois dão uma martelada, literalmente ele racha facilmente.
Se alguém conhecer outro modo ainda mais simples que o partilhe aqui por favor. obrigada.
2º Descascar o coco, separando a pele castanha, com estas parte castanha fiz as barinhas de cereais.
3º Juntar no liquidificador o coco, a agua do mesmo, e um pouco mais de agua mineral ou filtrada. O suficiente para conseguir triturar tudo e fazer uma pasta homogénea.
4º Escorrer o liquido para um recipiente, através de um pano bem lavado ( existe coadores de pano próprios, mas ainda não encontrei onde comprar... )
Aqui , estamos a ordenhar a natureza para retirar o leite da terra :)
Quando desejo apenas o leite o processo termina após este passo.
Sobra os resíduos que não é nada mais nada menos que coco ralado, mas fresco e não seco, logo há que o cozinhar dentro de uns dois dias e guardá-lo no frigorífico, ou, então congelar e usar posteriormente.
5º Colocar o liquido obtido numa garrafa de água ou numa taça de vidro... de boca larga.. só coloquei na garrafa pois assim cortei-a no final e retirei com muita facilidade o óleo, e colocá-la num local escuro e seco e deixar em repouso 48 horas
Eu escolho um armário de cozinha que quase nunca mexo.
6º Passado as 48 horas, levar ao frigorífico por umas 6 a 8 horas.
O óleo irá solidificar facilitando assim a separação do soro.
A água / soro, tem de ser descartada pois entrou em processo de fermentação e segundo sei a única utilidade seria fazer vinagre de coco...
E está feito o meu óleo de coco.
Depois é guardá-lo num frasco de vidro hermeticamente fechado. Nunca manusear o óleo, e esta dica serve também para o de compra, com objectos metálicos, eu uso sempre de plástico, pois dizem que oxida...
Claro que utilizo também o óleo comercializado, mas talvez até fosse boa ideia usar apenas este :)
Tem de facto muitos passos mas considero que é um processo simples.
Ficou a partilha :)
Fiz óleo de coco...
...
que , segundo opinião de vários especialistas em nutrição e alguns cardiologistas, consideram ser a melhor gordura para cozinhar, dado que aceita altas temperaturas ... outra gordura muito boa é o azeite, contudo não deve ser sujeito a altas temperaturas.
Isto é o que eu leio nas minhas pesquisas, pois eu sou uma simples comensal totalmente leiga !!
Sabemos o quão está caro este óleo, então... porque não fazê-lo em casa , se nem é assim tão complicado ?
Aqui vos deixo o modo de como processo o meu. Mas para quem desejar fazer , aconselho que façam pesquisa de video no youtube, pois foi assim que eu aprendi.
Creio que apenas com fotografias e palavras não ficará tão bem explicado, contudo aqui fica a partilha.
Comprei dois cocos que me custaram 1.70€ e com os mesmos, além desta porção de óleo, que não é muita, ( 100g ) mas sendo um óleo 100% natural não convém fazer uma grande quantidade para não correr o risco de ficar rançoso.
Com o resíduo, fiz também um bolo, umas panquecas, barrinhas de cereais, usei em iogurtes, cereais e ainda congelei o restante que irei acrescentar aos batidos de fruta. Rendeu bem não ?
Como o preparo.
1ª _ Tirar a agua do coco e parti-lo. Aqui conto com a ajuda do marininho... Mas há uma forma bem simples de o fazer. Podem levar o coco à chama, até ficar meio "chamuscado " depois dão uma martelada, literalmente ele racha facilmente.
Se alguém conhecer outro modo ainda mais simples que o partilhe aqui por favor. obrigada.
2º Descascar o coco, separando a pele castanha, com estas parte castanha fiz as barinhas de cereais.
3º Juntar no liquidificador o coco, a agua do mesmo, e um pouco mais de agua mineral ou filtrada. O suficiente para conseguir triturar tudo e fazer uma pasta homogénea.
4º Escorrer o liquido para um recipiente, através de um pano bem lavado ( existe coadores de pano próprios, mas ainda não encontrei onde comprar... )
Aqui , estamos a ordenhar a natureza para retirar o leite da terra :)
Quando desejo apenas o leite o processo termina após este passo.
Sobra os resíduos que não é nada mais nada menos que coco ralado, mas fresco e não seco, logo há que o cozinhar dentro de uns dois dias e guardá-lo no frigorífico, ou, então congelar e usar posteriormente.
5º Colocar o liquido obtido numa garrafa de água ou numa taça de vidro... de boca larga.. só coloquei na garrafa pois assim cortei-a no final e retirei com muita facilidade o óleo, e colocá-la num local escuro e seco e deixar em repouso 48 horas
Eu escolho um armário de cozinha que quase nunca mexo.
6º Passado as 48 horas, levar ao frigorífico por umas 6 a 8 horas.
O óleo irá solidificar facilitando assim a separação do soro.
A água / soro, tem de ser descartada pois entrou em processo de fermentação e segundo sei a única utilidade seria fazer vinagre de coco...
E está feito o meu óleo de coco.
Depois é guardá-lo num frasco de vidro hermeticamente fechado. Nunca manusear o óleo, e esta dica serve também para o de compra, com objectos metálicos, eu uso sempre de plástico, pois dizem que oxida...
Claro que utilizo também o óleo comercializado, mas talvez até fosse boa ideia usar apenas este :)
Tem de facto muitos passos mas considero que é um processo simples.
Ficou a partilha :)
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